
domingo, 9 de março de 2008
Rangel

quarta-feira, 5 de março de 2008
Sou um exemplo a não seguir

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Dívidas de Lisboa
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
A Ceifa
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Adeus Milú

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
BUNDA GRANDE

A postura destes desgraçados deixa muito a desejar. É um problema nacional, não é só a bunda grande que impede os homens de jogar. Parece que a dimensão do cérebro é inversa à bunda dos tais. Os jogadores portugueses (à excepção da lutadora equipa do FCP) parece que não estão em jogo para ganhar, que apenas querem fazer o jogo para depois irem passear (a bunda) para as passerelles. Será que esperam ainda pela chegada de um D. Sebastião que jogue por eles todos? Não se vê um rasgo de entusiasmo nesta gente paga a peso de ouro. E vai o País parar para ver estes inúteis a fingir que jogam futebol.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Carnaval em Badajoz
Aqui ao lado parece que o Carnaval é mais genuíno, espontâneo. Menos maltrapilhos e brasileirices. Enfim, outro país, outra criatividade, outra dimensão.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
E este! Onde anda?


Balas perdidas ou tiro ao alvo
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Um Clube de ingratos
Floribela
Para fugir à modorra da política e da desgraça nacional aqui fica um video onde se vê a nova versão de Luciana Abreu, numa tentativa, para mim frustrada, de se tornar vamp. É que por muito que se esforce a miúda não tem convicção. Pelo menos para já não descola do papel de Floribela, agora numa versão para adultos. Pelo caminhar da carruagem ainda espero ver a Maria de Lurdes Rodrigues a posar para a FHM. Para acabar com a revista, claro.
Sacudir do pó
domingo, 27 de janeiro de 2008
sábado, 26 de janeiro de 2008
Na Arena? Showbizz
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Vem aí o Carnaval
Na próxima semana chega o Carnaval. Ansiado por uns, desprezado por outros, esta celebração tem pelo menos um aspecto positivo: fazer esquecer por três dias a decadência deste viver em Portugal (para quem ainda pode esquecer). Pelos menos ainda podemos rir ... destes parolos que querem que os levemos a sério.Foto: Carnaval de Avis 2007
Meter Água
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
TERRORISMO

Aí está a histeria do terrorismo islâmico. É triste o alarmismo dos serviços de informação e do governo português que numa cimeira, e apenas aí (muito estranho) ficam a saber das más intenções dos malvados terroristas. Ou será mais uma manobra do gabinete de propaganda do primeiro-ministro, para desviar as atenções da crise que se aproxima e da desgraça social em que Portugal vive. Mesmo sendo séria a ameaça, não se vislumbram medidas de segurança agravadas, nas fronteiras e no País em geral. Talvez porque o perfil determinado e diligente do nosso MAI nos garanta a imunidade contra os malfeitores.
Foto Portal Sapo, 22 de Janeiro
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Évora
domingo, 20 de janeiro de 2008
OS CULPADOS DO COSTUME
Está muito em moda os ministros e outros políticos, atribuírem culpas ás desgraças nacionais. Não há indústrias porque temos maus empresários, a situação da agricultura é culpa dos agricultores, nas pescas, os pescadores não se modernizaram. No turismo foram os hoteleiros a dar cabo das galinhas dos ovos de ouro, na saúde o problema é dos médicos que vão cedo para o particular ganhar dinheiro. O desemprego existe porque as pessoas não querem fazer nada, a falta de cultura é porque só gostam de futebol e telenovelas. O insucesso escolar é culpa dos professores. A fuga de cérebros para outros países é culpa da ambição desmedida dos cientistas. A falta de hábitos desportivos é culpa do sedentarismo, a fuga aos impostos é culpa dos gananciosos, a corrupção não existe, o alcoolismo é culpa dos produtores de vinho. A boçalidade é culpa da televisão, o esbanjamento de dinheiro pelas autarquias é culpa delas, a baixa natalidade do país é culpa do egoísmo dos portugueses, os baixos salários devem-se à falta de produtividade. As faltas dos deputados devem-se à incompreensão dos eleitores perante o cansaço de quem se divide em várias funções remuneradas. Em que país vivemos? Onde anda o bom senso? Para que queremos políticos se eles nada podem contra a incompetência dos portugueses?
O País está no fundo e a culpa de tudo o que se passa não é de quem nos governa há trinta e quatro anos? os políticos e a sua incompetência, a sua tacanhez e falta de visão, a sua ganância. Saltam dos ministérios para as empresas e vice-versa, numa dança de cadeiras cada vez mais milionária. Assumam-se incompetentes, e culpados pelo descalabro deste país. Haja pudor!
"Pátria"- Guerra Junqueiro - 1896
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida intima, descambam na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país, e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre - como da roda duma lotaria. A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas;
Dois partidos, sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgamando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de estar.
Guerra Junqueiro, Pátria, 1896.










